Fundado em 16 de junho de 1997, o Instituto Nacional de Defesa dos Consumidores do Sistema Financeiro (ANDIF), presta assessoria especializada na área de direito bancário e defesa do consumidor para as pessoas (física e jurídica) lesadas pela cobrança abusiva das altas taxas de juros, multas e encargos cobrados impunemente pelas instituições financeiras, empresas de leasing e administradoras de cartões de crédito. A entidade também atende consumidores lesados por agiotas e empresas de factoring/fomento mercantil e esclarece como negociar o pagamento de dívidas causadas e/ou agravadas pela cobrança de juros; orienta como proceder para retirar o nome da lista de restrição ao crédito da SERASA e do SPC, e ainda realiza cálculos periciais para apurar se o valor cobrado pela instituição credora é legal. Com a finalidade de prestar atendimento às empresas, a entidade assinou contrato de parceria, em fevereiro de 2000, com a Fiesp/Ciesp (Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo e também recebe encaminhamentos do Procon-SP.
A entidade representa cerca de 10 mil associados em todo Brasil e desde a fundação foram movidas mais de 55 mil ações judiciais contra instituições financeiras, administradoras de cartões de crédito e factorings. A Diretoria do Instituto Andif é formada por um time de profissionais altamente qualificados e tem como presidente, o advogado, especialista em direito bancário, Dr. Donizét Píton.
Momentos marcantes
Desde 1997, o Instituto Andif ajuda os consumidores de todo o país a se conscientizarem e a defenderem seus direitos. Três momentos mostram a seriedade e comprometimento que o Instituto tem com o consumidor brasileiro.
O primeiro momento que marcou a luta da entidade em trazer melhorias aos consumidores do país, aconteceu em 2001, quando o Instituto Andif denunciou ao Ministério Público de São Paulo, que dados cadastrais de contribuintes da Receita Federal estavam sendo utilizados indevidamente por bancos privados e administradoras de cartões de crédito. Os cadastros estavam sendo repassados à Serasa que vendia as informações para empresas do setor financeiro, o que vai contra a Constituição, que garante pleno sigilo sobre informações contidas nas declarações de Imposto de Renda. Na época, o Ministério Público acatou o requerimento de investigação do Instituto Andif e moveu três ações civis contra a Serasa.
Outro momento marcante foi a realização da cartilha contra a agiotagem que resultou na Campanha Nacional “Denuncie: Agiotagem é crime!”. A cartilha traz informações e dicas para que o consumidor não seja lesado por agiotas ou empresas de factoring/fomento mercantil. Até os dias atuais, a campanha é um marco na luta contra a agiotagem no país.
Atualmente, o Instituto Andif está organizando um abaixo-assinado em defesa da criação de uma legislação federal que discipline, fiscalize e puna as instituições financeiras e as empresas de seguro que desrespeitam e/ou lesam os consumidores. Após a coleta do maior número de assinaturas possível, a entidade entregará o documento ao Congresso Nacional e à presidência da República.